PUCCI

A Pucci sempre foi ligada aos jet-setters (pessoas que viajam para ir em festas ou eventos). O motivo é obvio: peças confortáveis, modelagem simples e estampas que falam por si só. Usar Pucci é ter certeza de estar bem vestida, fresh e chamar atenção, convenhamos que um pouco de atenção não faz mal a ninguém.

Massimo Giorgetti, diretor criativo, foi criticado em suas primeiras coleções por esquecer das icônicas estampas na tentativa de modernizar a marca. Ele voltou atrás e esta tentando atualizar, sem abrir mão de espaço para fazer testes. A primeira parte dos looks do desfile eram monocromáticos em tons vibrantes (verde, rosa e laranja). Confesso que não me agradou muito e achei a mistura de cores fortes com modelagem “confusa” um pouco demais. Do meio pro final vieram as estampas. É inegável a habilidade de se trabalhar bem as cores e tamanhos e fazer com que funcione sem ser over.

Segundo Nicole Phelps, da Vogue, Giorgetti deve focar no sexy ease da marca e atualizar a partir desse conceito. Além de criar obsessões cults de algumas peças. Com certeza os arquivos devem ter uma quantidade absurda de itens “wish list” que podem ser revividos.

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