[vc_row][vc_column][vc_column_text]Com quase nove anos de marca, Victoria declarou que sempre foi ligada ao empoderamento feminino e que isso nunca foi tão relevante quanto nessa coleção. Como cresci ouvindo Spice Girls, não me admiro que esse tema seja um dos pilares da marca e fico muito feliz em ver que depois de mais de vinte anos esse ideais ainda estejam presentes.

Nas ultimas coleções ela já apresentava um estilo mais “easy” nas suas peças, mais confortável, e inclusive vem trocando o salto alto por sapatos mais confortáveis (incluindo o uso pessoal, por ordens médicas). Dessa vez escolheu botas para a passarela “existe uma força nas botas, eu acho”.

Tentando sair da sua zona de conforto, Victoria procurou testar novas combinações. Como o blazer estruturado acompanhado de saia de chifon e botas. Um dia antes do desfile ela mesma disse que nunca usou. O resultado foi uma brincadeira de rigidez misturado com leveza que funcionou muito bem. Essa mesma ideia, rígido x leveza, foi usada com vestidos e bolsas. Os vestidos são fluidos (bem femininos) enquanto as bolsas são super estruturadas em forma de caixas.

A paleta de cores, bem sóbria, foi influenciada pelo trabalho de Paul Nash que tem uma exposição no Tate Britain até o mês que vem. Rosa, bege e azul marinho são os destaques. As estampas também foram influencias pelos trabalhos de Nash e estão maravilhosas.

Victoria amadurece a cada coleção e procurar sair da zona de conforto é uma prova disso. Temos certeza de que as próximas ficarão cada vez mais interessante.

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