[vc_row][vc_column][vc_column_text]“Eu preciso falar para o millennials e entender essa geração. Eu quero apoiar eles.” Foi assim que Maria Grazia Chiuri, diretora criativa, justificou algumas ideias apresentadas no seu segundo desfile a frente da Dior. No primeiro, ela usou em camisetas o slogan que bombou, e continua bombando, We should all be Feminists.

Na passarela o azul, em algumas tonalidades, virou uma obsessão e dominou praticamente todos os looks, com destaque para o azul marinho. Chiuri usou como inspiração os uniformes das mulheres que trabalhavam nas fabricas durante a Segunda Guerra Mundial, o período azul de Picasso, o blues e o universo. O vestido de tule com bordados que parecem estrelas foi, na minha opinião, a peça mais bonita do desfile.

A Dio(R)evolution continua! As modelos usaram boinas estilo Che Guevara e Maria Grazia esta tentando revolucionar o estilo Dior. Além de levar um tom politico e empoderamento feminino, ela esta tentando aumentar o interesse pela marca. “Eu quero criar um guarda-roupa. Não acredito em um uniforme para todos, mas que todos precisam achar seu próprio uniforme para se expressar.”

Existe um debate se a moda deve ter tom politico ou não. Nós, do Benvinda, acreditamos que sim e nos motivamos com coleções tão bem trabalhadas como essa. Estamos na torcida para que a voz de revolucionarias sejam bem interpretadas por Chiuri e ouvidas por todos.

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